Lá em Recife, para ser mais exato. E a gente foi conferir de pertinho.

Pernambuco é um dos destinos mais procurados do Nordeste. Isso se dá por conta de suas praias de águas mornas , as áreas históricas das cidades de Olinda e Recife, que respiram cultura, e seu povo hospitaleiro. E é numa área de 180 mil m² dentro da capital que se encontra o Instituto Ricardo Brennand, o melhor museu da América do sul e 18º do mundo, segundo o Traveler’s Choice Awards, divulgado pelo site TripAdvisor. A gente foi lá ver de perto toda a beleza do lugar.

Fundado em 2002, o Instituto conta com 77 mil m² de área construída. Logo ao entrar, você atravessa um caminho entre palmeiras imperiais majestosas que já te dão um gostinho do quão incrível vai ser sua experiência lá dentro.

Depois disso, você se depara com uma porta que veio de um castelo francês. Em frente, você pode adquirir seu ingresso e, se preferir, alugar um aparelho para fazer uma visita guiada.

O caminho até avistar a estrutura construída no estilo Tudor, semelhante ao dos castelos ingleses, é bastante verde, passando por um pequeno riacho. O lugar é todo cercado por mata atlântica, o que te faz esquecer que existe uma cidade lá fora.

Logo de cara, você se depara com uma réplica em mármore da estátua de Davi de Michelangelo. Uma das cinco que estão espalhadas pelo mundo! A escultura é bem alta e pesa algumas toneladas. Logo em frente, está A Dama e o Cavalo, de Fernando Botero. Lindo, né? E a gente nem entrou ainda!

Na primeira entrada, você já pode ver um pouco do que é o grande acervo do Instituto. Esculturas, quadros, mobiliário, artes decorativas estão espalhadas por todo lugar. Por onde você olha, tem arte. E é lá que se encontra uma réplica ampliada de O Pensador, de Rodin. Existem pouco mais de 20 espalhadas pelo mundo.

A Pinacoteca é a próxima parada. No primeiro hall, você vê mais movelaria  e esculturas com temática religiosa. Ao entrar, pode ver de perto obras de tapeçaria manufaturadas na França no século 18. Em seguida, está o maior acervo particular de obras de Franz Post, o pintor que acompanhou Maurício de Nassau quando os holandeses invadiram o Brasil.

Uma das áreas mais lindas do museu é esse jardim de esculturas em mármore que você consegue ver ao atravessar um corredor repleto de muito mais esculturas em diversos tipos de materiais. Difícil saber para qual lado olhar!

No meio do caminho, tem um café maravilhoso. As mesas são lindas e abrangem grupos maiores. Tem café quentinho, salgados e tortas (tem bolo de rolo também!). Quem prefere fazer uma refeição pode optar pelo restaurante Castellus, perto da entrada do Instituto.

No fim do corredor está uma das áreas mais curiosas da Pinacoteca: a exposição “O Julgamento de Fouquet” em obras de cera! Dá pra ver de pertinho como são realistas. Incrível!

A próxima parada é o Castelo São João que contém um gigantesco acervo de armaria! São mais de 3.000 peças entre espadas, pistolas, canivetes, adagas, armaduras completas (tem até de cachorro!) feitas entre o século 15 e 19 na Europa, Ásia, África e América. Além disso, também se encontra uma coleção de pinturas brasileiras e estrangeiras, além de uma pequena coleção de relógios austríacos e franceses.

UAU! Depois de ver tudo isso, a gente pode falar com certeza: o Instituto Ricardo Brennand merece o título que tem. E se você planeja passar por lá, libere espaço na memória do celular porque você vai querer registrar cada centímetro!

Esperamos que vocês tenham gostado. Até a próxima!

 

Serviço

Instituto Ricardo Brennand – Alameda Antônio Brennand, Várzea – Recife
Funcionamento: De terça a domingo, das 13h às 17h.
Entrada: R$ 25 (inteira) e R$ 12 (meia – para pessoas com deficiência, estudantes, professores e idosos acima de 60 anos mediante documentação comprobatória). Crianças até 7 anos não pagam.
Informações: (81) 2121.0352 / 2121.0365